AUGUSTO CURY E O FUTURO


Competitivo, incerto, rápido, indeterminado, complexo, eis o nosso mundo. Colocar a cabeça na areia e ignorar que as transformações sociais, tecnológicas, económicas e outras interferem na nossa vida é má política e pode ser suicida. Por isso recordo aqui alguns conselhos de Augusto Cury que recolhemos na sua teoria da Inteligência Multifocal.

1º Desenvolvermos a Arte da Pergunta (sermos curiosos na procura de mais saberes).
2º Desenvolvermos a Arte da Dúvida (para que nos interroguemos sobre nós próprios e os outros antes de tomarmos decisões).
3º Desenvolvermos a Arte da Crítica (fundamental para decisões inteligentes).
4º Analisarmos as diversas variáveis que estão em jogo para atingirmos os nossos objectivos (procurando prever os obstáculos, o impensável e o inesperado mas não impossível).
5º Valorizarmos as relações sociais e procurarmos ser agentes sociais.
6º Aprendermos a expor as nossas ideias (o mundo hoje ferve de ideias e inovações).
7º Termos uma visão multifocal da espécie humana.
8º Expandirmos o mundo das ideias através do uso das artes da inteligência (a arte da pergunta, dúvida, crítica, observação, análise).
9º Aprendermos a colocar-nos como "eternos" aprendizes.
10º Procurarmos ser engenheiros de ideias actuando com consciência crítica.Muito do nosso futuro é previsível, mas pode surpreender-nos!

Curso Avançado de Psicologia Multifocal

A Psicologia Multifocal, criada e desenvolvida pelo Dr Augusto Cury, estuda sobretudo quatro grandes fenómenos psíquicos: a construção dos pensamentos, a formação do EU como líder da mente, os papéis da Memória Multifocal e o processo da transformação da emoção e da energia psíquica como um todo.
A Psicologia Multifocal estuda igualmente vários síndromes que afectam o homem actual oferecendo, por isso, um contributo inestimável à medicina psicossomática, à medicina preventiva, à medicina da longevidade, à psicologia clínica e à psicologia da saúde, entre outras.
Programa:
- A mente humana segundo a Psicologia Multifocal (teoria psicossociofilosófica)
- Bases quânticas da mente (abordagem científica)
- As estruturas da mente: os pensamentos, as emoções e a sua construção
- A formação do Eu e da consciência existencial
- O papel central da Memória no funcionamento da mente
- O Código das Emoções Humanas
- A transformação das emoções em energia psicossomática (influência no corpo)
- A Psicologia Multifocal na saúde (relação mente/corpo)
- A Educação Multifocal e a formação da Personalidade

O curso obriga a 50 horas de estudo. Pode ser realizado totalmente à distância (via internet ou via postal) ou ser realizado em versão semi-presencial (caso de Portugal). Tem testes ao longo do curso e um exame final para obtenção de Diploma.

INFORME-SE EM e-mail: geral@institutodainteligencia.net

O Poder Oculto do Inconsciente


Estima-se que mais de 90% da nossa actividade mental se processe em modo não consciente, isto é, sem a nossa percepção e conhecimento. É fácil de entender, por exemplo, que milhares de memórias e conhecimentos estejam fora do nosso alcance consciente mas estão algures guardados no cérebro. Basta lembrar-nos como, de repente, temos uma ideia ou uma solução que buscávamos sem sucesso. Ou então, o material dos sonhos. Onde está esse material que alimenta os sonhos que ocupam uma boa parte do nosso sono? Mais ainda: aquilo que se chama intuição - uma espécie de conhecimento difuso mas que muitas vezes está certo. Onde se gera a intuição?

E os pensamentos? De onde vêm os pensamentos? Já reparou que estamos sempre a pensar em alguma coisa? Na verdade, eles são produzidos por campos de energia psíquica de que não temos previamente consciência.

Podemos afirmar que o mundo inconsciente da nossa psique é enorme, intemporal e não ocupa espaço no cérebro. Está lá e não está. Há toda uma actividade mental, incluindo emoções, que desconhecemos e que interferem na nossa vida consciente.

Mais impressionante ainda: está demonstrado cientificamente que tomamos as nossas decisões meio segundo antes de sabermos o que decidimos. É como se uma inteligência inconsciente agisse em nosso nome pondo em causa a ideia de que somos seres independentes e que mandamos nos nossos pensamentos. Parece que não é bem assim que as coisas se passam.

Os processos inconscientes ajudam a automatizar gestos. Por exemplo: depois de muito treino um atleta ou um artista executa as suas provas de forma natural, sem necessidade de pensar o que fazer a não ser manter-se concentrado. Mas o conteúdo da competência foi aprendido e depois age sob o efeito do inconsciente cognitivo.Todos os dias os nossos sentidos captam milhões de informações (imagens, sons, cheiros, etc).

A maior parte dessa informação nós não damos conta dela pois é recolhida de forma não consciente. Ela fica guardada na memória. O registo é automático, quer queiramos quer não. Depois, mais cedo ou mais tarde, esse material vai alimentar ideias, pensamentos, intuições e sonhos. Ele dirige nossos comportamentos e escolhas. Alimenta a nossa personalidade. E está também implicado no aparecimento e no desenvolvimento de muitas doenças orgânicas. O assunto é deveras complexo.

Sabia que a invenção da simples e vulgar máquina de costura que as nossas mães e avós tinham em casa só foi possível devido a um sonho? Pois ela foi desenvolvida por um americano de nome Elias Howe (1819-1867) graças ao trabalho da sua mente inconsciente. Ele tinha um problema: como fazer correr a linha? Teve a sorte de uma noite sonhar que deveria abrir um orifício na ponta da agulha. No dia seguinte, estava inventada a máquina de costura cujo mecanismo ainda hoje é o mesmo. A diferença é que as máquinas de costura agora são eléctricas.

Será possível interferirmos no inconsciente?
Sim, em certa medida. Na verdade, a psique inconsciente é feita de informações genéticas e ambientais. A história da nossa mente desde os 3 ou 4 meses de gestação (ainda protegidos do mundo pelo ventre de nossa mãe) tem, nesse capítulo, um papel muito importante pois a nossa memória existencial começa a trabalhar antes de nascermos. Ela trabalha quer em modo inconsciente, quer em modo consciente. Da junção de todas as informações e emoções recebidas o inconsciente vai estabelecendo a sua própria história e sua inteligência. E assim será ao longo de toda a nossa vida. Veja pois como o mundo exterior e o mundo interior da psique influenciam o nosso inconsciente. Tudo o que você pensar, ver, ouvir e experimentar é fixado pelo Registo Automático da Memória. E esse registo, guardado no insconsciente, vai fazer a história da sua psique. Vai dar origem à sua Consciência Existencial.

O Futuro da Humanidade


Num momento crucial da Humanidade, em que diversas crises se sobrepõem, podemos constatar que está eminente uma ruptura com velhos paradigmas.
Novas formas de trabalhar e novos modelos de organização e gestão de tudo quanto leva a assinatura humana (governação, politica, economia, saúde, etc.) têm de ser re-equacionados e de forma urgente.
Num momento crucial da Humanidade, em que diversas crises se sobrepõem, podemos constatar que está eminente uma ruptura com velhos paradigmas.
Novas formas de trabalhar e novos modelos de organização e gestão de tudo quanto leva a assinatura humana (governação, politica, economia, saúde, etc.) têm de ser re-equacionados e de forma urgente.
Não podemos confiar mais nos velhos e desgastados modelos mentais que nortearam a sociedade humana até ao ponto de ruptura e de falência em que vivemos.
A crise de que todo o mundo fala foi despoletada por um conjunto de factores que já se fazia anunciar há dezenas de anos, mas que poucos se aperceberam. Não é uma crise económica. Esta é apenas uma consequência. E de quê?
O homem transformou o mundo, incluindo a Natureza, mas foi ultrapassado pela velocidade da mudança dos acontecimentos. Mas poucos foram aqueles que entenderam o que realmente está a mudar nas nossas vidas e as consequências daí resultantes. Foi pura ignorância e desatenção porque temos andado muito distraídos com as nossas preocupações pessoais. Quem leu Toffler em O CHOQUE DO FUTURO (1975) ou A TERCEIRA VAGA (no Brasil: A TERCEIRA ONDA) (1985) estava ciente dessas transformações.
Muitos dos nossos políticos e governantes e outros detentores do poder têm revelado a sua impreparação para lidar com os novos desafios. Há, por isso, também uma crise de competência e de inteligência.
Foi assim que milhões depositaram as suas esperanças em B. Obama vendo nele um homem do futuro. Terá sucesso? Deixá-lo-ão governar e ser fiel à sua visão, à sua ideia de um mundo novo e à sua marca de governação?A verdade é que metade da humanidade - como em nenhuma outra época da História - está confiando num só homem para mudar o nosso mundo. Mas ele não é um Deus e tem as suas limitações.
Teremos de ser nós todos a lutar por um mundo melhor, exigindo novas políticas, novos governos, novas administrações. Isso talvez exija novos políticos, novos governantes, pois a grande maioria dos que conhecemos já mostraram as suas reais capacidades. E, desses, não poderemos esperar mais do que aquilo que já fizeram. Precisamos de novos políticos e novas políticas em todo o mundo.Estamos pois no limiar de uma revolução - de mentalidades, de ideologias, de comportamentos.
O século XXI vive esse extraordinário desafio: revelar-se uma nova Era onde os nossos medos e inseguranças serão vencidos ou, pelo contrário, tornar-se numa Era de penumbra e desmantelameno de ideais, sonhos e ambições.
Tudo isto constitui, afinal, uma provocação à inteligência de cada um de nós! Saibamos usá-la!
Nelson S. Lima
Director do Centro de Estudos Augusto Cury

Pergunte: nós respondemos!

Entrevista com Augusto Cury

O destino não é inevitável. É uma questão de escolha!
Entrevista ao diário DESTAK (31 de Março de 2009)
Augusto Cury é um escritor brasileiro que está a conquistar o mundo com as suas teorias e perguntas. Já vendeu mais de sete milhões de exemplares e passou por Portugal para apresentar o seu mais recente trabalho, "O Vendedor de Sonhos". Diz que a sociedade está doente, mas revelou ao Destak qual a melhor forma de viver a vida e ser feliz.
Trabalho da jornalista Filipa Estrela
Como surgiu a ideia de O Vendedor de Sonhos?
Como todos os meus romances, não conseguiria escrevê-lo apenas para entreter. O meu objectivo é sempre defender teses psicológicas, sociológicas, filosóficas e trazer assuntos polémicos para o debate das ideias. O Vendedor de Sonhos está carregado de fenómenos sociológicos, tem muitos transtornos psiquiátricos e também traz uma série de teses filosóficas. Este livro já está a levar as pessoas a fazerem uma viagem interior. No Brasil já são 400 mil exemplares em poucos meses. Os leitores estão a perceber que vivemos numa sociedade que deixou de sonhar. Precisamos de ser vendedores de sonhos, em casa, nas aulas, nas relações afectivas.
É um vendedor de sonhos?
Sou um pesquisador da psicologia, pensador da filosofia e autor de uma nova teoria, que estuda a construção do pensamento humano.
Esta obra enquadra-se nos livros de auto-ajuda, na medida em que faz as pessoas repensarem a sua existência para serem felizes?
Este livro desenvolve o pensamento crítico, não dá soluções mágicas. É um livro que leva as pessoas a sair da zona do conformismo, do medo neurótico de não entrar em contacto com as suas mazelas, para serem seres humanos que assumem quem são e reconheçam os seus limites e fragilidades.
É isso que é preciso para ser feliz?
A felicidade não é linear, não é fruto de uma casta, não é um dom genético. A felicidade é um processo de conquista. Uma pessoa para desenvolver uma emoção com o máximo de prazer tem de aprender a fazer muito do pouco. Quem precisa de grandes eventos e sucessos para expandir o prazer de viver asfixia a sua emoção. É necessário fazer das pequenas coisas um espectáculo para os olhos, para ser feliz.
A sociedade está doente?
Vivemos numa sociedade doente. O normal é ser doente e stressado. A sociedade se converteu num manicómio global. Por isso é que eu grito nos meus livros que esta sociedade é um manicómio global, e toda a gente está a concordar. Onde estão as pessoas tranquilas? Onde estão as pessoas que param os carros para contemplar uma praça com flores? Onde estão as pessoas que param para escutar este pássaro? Os romanos viviam 40 anos em média e nós vivemos 70/80 anos, mas a vida média biológica aumentou e a vida média emocional diminuiu. Já notou que a vida passa rápido? Não percebe que daqui a uns anos vamos estar na solidão de um túmulo? O que precisamos de fazer para viver o máximo dentro do mínimo? Temos de ser gestores do nosso tempo, caso contrário somos vítimas do nosso próprio sucesso.
É feliz?
Sou muito feliz. Sou apaixonado pela vida, pelas minhas filhas. Tento fazer o máximo dentro do mínimo.
Como se distingue uma pessoa feliz de uma pessoa conformada com a vida?
Uma pessoa conformista é escrava das ideias tirânicas, tais como «não tenho capacidade», «não consigo conquistar», «não faço a diferença na relação com as pessoas» ou «não consigo libertar o meu imaginário para criar soluções para os problemas». Uma pessoa que acha que está destinada a ser uma fracassada tem um pensamento mórbido. Quem crê em destino também é uma pessoa que vive uma vida pessimista, angustiada, contraída. O destino não é inevitável frequentemente. O destino é uma questão de escolha. Alguém que não consegue filtrar estímulos stressantes tem hipersensibilidade. Uma pessoa sensível preocupa-se com o amanhã, uma pessoa hipersensível vive o amanhã como se fosse real. Uma pessoa sensível preocupa-se com a dor do outro, uma pessoa hipersensível vive a dor do outro. Pessoas hipersensíveis desenvolvem transtornos emocionais como depressão, sensação de vazio existencial, mente agitada, irritabilidade, flutuação emocional.
Quais as soluções para essas pessoas serem felizes?
Primeiro deve-se parar para pensar e criticar cada ideia perturbadora e cada pensamento negativo, reciclando as imagens que angustiam. Segundo, deve-se proteger a emoção. É fundamental doar sem esperar de mais o retorno. Quem espera de mais vive uma vida miserável, porque os íntimos são quem mais nos decepciona. É fundamental entender que por detrás de uma pessoa que fere, há uma pessoa ferida e não se pode exigir o que uma pessoa não pode dar.

Centro de Estudos Augusto Cury no Brasil

Abre, muito brevemente, em São Paulo, uma delegação do nosso Centro, a qual será conduzida por Daniel Figueiredo, licenciado em História pela Universidade Lusíada (Portugal) e actual director pedagógico do Museu do Computador (São Paulo) e responsável pelo Instituto Carpe Diem.

Assista e participe nos "Sábados da Mente"

A partir de Maio, no Porto, duas vezes por mês (1º e 3º sábados) abrimos as nossas portas para conversarmos informalmente consigo sobre temas de psicologia tais como problemas emocionais, dicas de auto-ajuda, exercícios para melhoria de atitudes, desenvolvimento da auto-estima, tratamento de fobias, como gerir o stress, problemas pais-filhos, etc.
Junte-se a mais pessoas, traga mais participantes e venha conversar sobre psicologia, questões da mente, problemas como ansiedade, depressão e outras perturbações sobre as quais deseje saber mais.Sessões abertas ao público em geral, dos 16 aos 90 anos, que queira aumentar seus conhecimentos e manter uma mente jovem e sadia. Preços muito acessíveis. Peça informações a geral@institutodainteligencia.net ou ligue para 965197381 (das 10h às 23h), todos os dias da semana.
TEXTOS

Afinal, o que é o Inconsciente?

Enquanto que para algumas correntes da psicologia o inconsciente é, sobretudo, um conjunto de processos dinâmicos formado por desejos recalcados e pela líbido, para outras é a porta de acesso para o estudo de fenómenos ditos paranormais ou extra-sensoriais. Para correntes mais modernas, o inconsciente, pelo contrário, é um nível mental que difere do consciente não só quanto ao que contem como características, bem como a sua forma de revelar dados, informações, de registá-los, de desenvolver a lógica e os julgamentos, na sua comunicação e na sua linguagem.
Na verdade, este nível mental, de difícil acesso mesmo através de métodos como a hipnose, a sofrologia ou a ADI (Abordagem Directa do Insconsciente), não só revela conteúdos psicológicos como também físicos e noológicos (a sede da inteligência e da personalidade, por exemplo).
O inconsciente é um potencial de energia, uma instância ao mesmo tempo física, psicológica, de capacidade paranormal, transcendental, que nos conduz à compreensão da natureza ontológica do ser humano. É no reino do inconsciente - no espaço indefinido entre o corpo e a psique - que encontramos o EU NUCLEAR que o famoso neurologista e investigador António Damásio difundiu na sua famosa obra "O Sentimento de Si". O EU NUCLEAR é o ponto de partida para a pessoalidade, a raíz da individualidade e da personalidade de cada um.

Compreender a Psicologia Multifocal


As bases da Psicologia Multifocal foram pela primeira vez tornadas públicas em 1998 pelo médico psiquiatra Augusto Cury através do seu livro "Inteligência Multifocal". É a partir de então que ela se apresenta como uma nova ciência da mente. Ela explica a psique não como um conjunto organizado e equilibrado de faculdades e aptidões mas como um sistema complexo, extraordinariamente dinâmico, accionado por uma poderosa energia em permanente estado de caos e transformação a um nível não consciente. É essa sua natureza - caótica e instável - que dá origem à formação de ideias, pensamentos, emoções e sentimentos e que nos permite uma constante adaptação ao mundo. Um estado de equilíbrio e de apaziguamento dessa energia não consciente conduz à fragilização do Eu, à diminuição da inteligência e à fixidez mental.

O doutor Augusto Cury tem vindo a divulgar a sua teoria em diversos países, nomeadamente em Portugal, Espanha, Estados Unidos e outros tendo sido já introduzida em diversas universidades e cursos superiores de psicologia no estrangeiro. Sugere-se uma visita a www.centroaugustocury.com/.

A Energia Intrapsíquica (Mental)

A Neurociência conhece cada vez melhor o cérebro e o seu funcionamento mas está longe de compreender o funcionamento da mente. Esta continua inacessível à pesquisa científica clássica mais avançada pois a mente é algo que não se pode ver. Por outro lado, a mente expande-se por territórios onde há uma total inacessibilidade: cerca de 95% da nossa actividade mental opera-se em níveis a que não temos acesso consciente. E aí residem muitos dos seus mistérios e incógnitas.
A psique ou mente humana é constituída de um complexo campo de energia psíquica onde ocorre uma multiplicidade de processos de construção, tais como pensamentos, a consciência existencial, as memórias e a transformação da energia emocional e motivacional.
Por natureza, a mente não é um campo de energia estático e passivo. A sua forma de actuar é dinâmica e caótica. Escreve Cury: "é um campo de energia em contínuo estado de desequilíbrio psicodinâmico, em contínuo estado de transformação essencial onde se processam as faculdades intelectuais ou processos de construção da mente" que dão origem à produção de pensamentos, emoções e motivações diárias. Ou seja, jamais a mente pode ser considerada um campo onde a estabilidade é uma constante. Uma mente estável, sem dinamismo nem acção, é uma mente estéril. Uma mente passiva é uma mente incapaz. O equilíbrio psíquico não é possível.
Assim, o caos da psique é saudável e necessário. Diz Cury: "Muitos pensam que o caos é destrutivo, paralisante, mas na realidade ele expande as possibilidades de construção dos fenómenos (psíquicos)".
O que caracteriza a nossa mente e a torna fonte de criatividade é precisamente o seu estado natural de desequilíbrio dinâmico. Esclarece Augusto Cury: "só conseguimos produzir milhares de pensamentos diariamente porque todos eles experimentam continuamente o caos "existencial".
A nossa mente fervilha de actividade. Segundo alguns cientistas, o nosso cérebro produz cerca de 500 mil operações mentais a cada segundo para que sejamos capazes de ver, ouvir, pensar, sentir emoções, registar memórias, etc. É um trabalho incessante! "A psique humana vive um fluxo vital de transformações essenciais" - acentua Cury.
Mas, e as doenças, os males como a ansiedade, o medo? Não é isso caos psíquico?Quando dizemos que a característica da mente é o caos queremos significar que ela é alvo de uma actividade dinâmica e incessante de fenómenos psíquicos. A mente é sofisticadíssima, o seu estado permanente de caos não significa desorganização. Ela está sempre em transformação, é um estado caótico de sinal positivo e profundamente criativo! Trata-se de um sistema complexo, aberto, com capacidades equilibradoras e auto-organizadoras!
Quando a mente se descontrola!
Nas perturbações como os "ataques de pânico" e as "reacções fóbicas" existe, porém, algo diferente. Existe uma exacerbação do caos que conduz ao descontrolo. É que o estado de caos natural da mente é controlado por fenómenos intrapsíquicos que o reorganizam e o mantém dentro de certos parâmetros. É algo semelhante ao clima. A atmosfera está em constante modificação: a temperatura oscila, as pressões atmosféricas alteram-se, os ventos estão em permanente agitação (mais branda ou mais violenta). É esse tipo de caos que ocorre na psique normal e saudável. Se a atmosfera estabilizasse totalmente a Vida na Terra morreria. Assim seria connosco.
Diz Cury: "sem o caos da energia psíquica, o ser humano não existiria". Apenas quando há extremos de desequilíbrio atmosférico prolongado é que surgem os problemas: seca, inundações, etc. Assim é também com a nossa mente! A exacerbação do caos psíquico é que gera perturbações. É o caso do Síndrome do Pensamento Acelerado devido ao estilo de vida que levamos (muitas pressões, preocupações, excesso de informação não organizada, etc.) e que gera muita ansiedade marcada por uma série de sensações desagradáveis: irritabilidade, dificuldade de concentração, fadiga excessiva, sono alterado, flutuação emocional excessiva, etc.
Chegados aqui poderemos perguntar: que espaço de manobra nos resta para termos algum controlo sobre a mente? A resposta pode estar contida nesta afirmação de A. Cury, no livro Revolucione Sua Qualidade de Vida: "Sábio é o ser humano que tem a coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes nos terrenos da sua inteligência". Tudo está em aberto.

Novos conceitos em psicologia
O livro Inteligência Multifocal (1998), de Augusto Cury, primeira obra de grande fôlego sobre Psicologia Multifocal, é um dos mais brilhantes trabalhos teóricos sobre o funcionamento da mente humana. O autor faz uma abordagem inovadora e por vezes complexa ao ponto de alguns cientistas cognitivos e outros terem revelado algum cepticismo quanto à sua credibilidade. De facto, Cury desenvolve conceitos novos tais como o complexo do autofluxo ou a teoria multifocal do conhecimento que desbravam formas diferentes de interpretar os complexos processos da mente e da cognição. Nem todos os que leram a obra perceberam que a Inteligência Multifocal nasceu de uma união entre a Psicologia, a Filosofia e as Ciências Sociais que o autor tão genialmente fez. Cury pesquisa a mente humana numa perspectiva psicossociofilosófica, não ficando restrita aos aspectos cognitivos e neuropsicológicos. É, não obstante, uma abordagem tão importante e útil como estas. Não há contrariedade mas complementaridade. Ao contrário de ser redutora, a teoria da Psicologia Multifocal amplifica o conhecimento sobre os mecanismos da mente. É isso que Cury diz precisamente e se explica: "(...) descobri que a previsibilidade, a linearidade e a lógica das leis físico-químicas do cérebro não explicam um conjunto de processos e fenómenos que participam na construção das cadeias de pensamentos e da transformação da energia psíquica”.

Ao longo de mais de 17 anos desenvolveu os alicerces desta original explicação do funcionamento da mente humana. No livro Inteligência Multifocal (1998) ele esclarece assuntos e revela factos que desafia a nossa noção do funcionamento da mente humana. Ele discursa (entre vários outros assuntos) sobre os 4 grandes fenómenos universais comum a todos os seres humanos (três deles independentes da vontade + controle consciente do "Eu") que trabalham sinergicamente nos bastidores de nossa mente para produzir o fantástico mundo dos processos de construção dos pensamentos e da transformação da energia emocional e motivacional:

O Autofluxo da Energia Psíquica
O discurso sobre o fenómeno do Autofluxo da Energia Psíquica indica que a nossa mente vive numa dinâmica constante e inevitável desde os primeiros pensamentos produzidos pelo feto até o fim da vida do ser humano. É impossível para nós interrompermos o fluxo de nossos pensamentos pois o Autofluxo da Energia Psíquica actua independente da nossa vontade consciente. Até mesmo a tentativa do vácuo de pensamento já é uma manifestação do pensamento.
A Autochecagem da Memória
A produção de conhecimento tem como base o fenómeno da Autochecagem da Memória. Muitos dos pensamentos e emoções gerados nos bastidores de nossa mente são produtos de um fenómeno que actua clandestinamente lendo determinadas áreas da memória, sintetizando pensamentos e modificando o conteúdo de nossa emoção "sem que tenhamos autorizado tal actividade".
A Âncora da Memória
Sobre o fenómeno da Âncora da Memória Cury procura abrir os nossos olhos para o facto de que nem todo conteúdo de nossa memória está disponível para ser lido num determinado momento existencial, mas sim algumas áreas determinadas por esse fenómeno. Segundo Cury, os deslocamentos da Âncora da Memória consistem na variável intrapsíquica de maior relevância em relação ao conteúdo de nossos pensamentos. Em momentos e fases de vida de forte turbulência emocional a Âncora da Memória pode "travar" restringindo o nosso acesso a “diversos arquivos existenciais”, tornando-nos rígidos, pobres e pouco qualitativos nos nossos pensamentos gerando não poucas vezes várias distorções na interpretação dos factos e situações psicossociais.
O EU
Finalmente, o fenómeno do Eu pode ser definido como a nossa consciência existencial do mundo que somos e em que estamos, em resumo, a nossa identidade existencial, a nossa consciência de nós mesmos. O Eu, através do processo de interiorização existencial pode exercer um domínio no redireccionamento dos outros 3 fenómenos; porém, jamais interromper ou eliminar essa actuação. O Eu é ao mesmo tempo servo e líder do Autofluxo, da Autochecagem e da Âncora da Memória. Sem uma postura firme, apaixonada e determinada do “Eu”, a nossa produção de pensamentos e emoções fica entregue aos outros 3 fenómenos intrapsíquicos os quais têm a função primordial de "financiar" gratuitamente o funcionamento da mente, porém o pensamento crítico, centrado em princípios humanísticos, é a responsabilidade principal do “Eu”.
Caso esse fenómeno não amadureça qualitativamente ao longo do processo existencial, a nossa produção de conhecimento pode ter muito pouca qualidade gerando todas as formas de violação dos direitos humanos.

O nascimento da mente no feto humano

A PSIQUE INTRA-UTERINA
O “caos” da energia psíquica e o fluxo vital de alguns fenómenos que reorganizam esse caos já estão presentes na vida intra-uterina a partir do final do primeiro trimestre. Biologia e psicologia se juntam para iniciar a formação do ser humano como um todo. É, por essa altura, que o feto começa a explorar o ambiente intra-uterino.
Será nessa altura que a memória instintivo-genética começa a incorporar a complexa memória histórico-existencial, ou seja, as RPS (representações psicossemânticas) advindas das construções psicodinâmicas produzidas pelos processos de construção da mente. São actividades complexas ainda sem capacidade para gerarem pensamentos dialéticos e, consequemente a organização da consciência do EU. É provável que, numa fase imediata, haja a produção (reduzida inicialmente) de pensamentos antidialécticos mas insuficientes para organizar a consciência do EU (aqui entendida como consciência da existência de si mesmo).
Esta consciência de SI ocorrerá apenas com a expansão qualitativa e quantitativa da história intrapsíquica e, consequentemente, com a expansão qualitativa e quantitativa da leitura multifocal da mesma graças à formação da memória.
Com o avançar dos meses, o feto adquire capacidades novas a nível mental, desenvolve os sentidos e inicia a sua exploração do mundo. Tem consciência do mundo que a rodeia (os sons, por exemplo) mas é ainda incapaz de conhecer-se a si mesma. Não obstante, há actividade de pensamentos essenciais produzidos pela leitura automática da memória.

A construção da psique
Cury defende que a construção da vida mental decorre em 4 etapas:
1º A partir das matrizes dos pensamentos essenciais (não conscientes) que são provocados pelos estímulos intra-uterinos. Esses pensamentos reorganizam os microcampos de energia emocional e motivacional fetal, expandindo as possibilidades de produção de experiências emocionais e motivacionais através do conjunto de estímulos intra-uterinos interpretados.
2º A partir da iniciação da leitura multifocal da memória histórico-existencial pelos fenómenos inconscientes da psique: o fenómeno da autochecagem da memória, âncora da memória e complexo do autofluxo.
Todos pensamentos essenciais (básicos e inconscientes), as emoções, os desejos e as sensações tornam-se em experiências psíquicas que são registadas automaticamente pelo fenómeno RAM (registo automático da memória) na memória histórico-existencial (mais tarde memória autobiográfica).
Destaque-se o papel da memória genético-instintiva que não tem apenas a função de perpetuar a vida mas também de enriquecer a memória histórico-existencial pois cada reacção instintiva produzida é arquivada como RPS (representações psicossemanticas), expandindo, assim, a história intrapsíquica.
3º A partir das substâncias neuroendócrinas do metabolismo da mãe e que passam pela barreira da placenta. Essas substâncias são produzidas, principalmente, em situações de tensão emocional e stress psicossocial.
Assim, o feto pode ter taquicardias, contracções musculares e ansiedades decorrentes do estado emocional da mãe que vão influenciar a construção da mente, nomeadamente o perfil emocional e a personalidade (mães muito ansiosas geram crianças ansiosas).
Na verdade, os níveis de timidez, de ansiedade diante das situações stressantes, de intolerância diante de frustações, de excitabilidade diante de novas situações, de estabilidade emocional, de insegurança, etc., formam-se logo na vida intra-uterina.
4º A partir da leitura da memória genético-instintiva e das substâncias neuroendócrinas fetais, produzidas pela carga genética, que transmutam microcampos de energia físico-química no campo de energia psíquica.
A história intrapsíquica – ou seja, a história da mente de cada um de nós – é, pouco a pouco, arquivada e produzida inevitavelmente pelo fenómeno RAM (registo automático da memória) ao longo de todo o processo existencial desde a vida intra-uterina.
Ou seja, as estruturas da nossa mente e que influenciam a nossa vida psíquica e os comportamentos no futuro têm uma origem anterior ao nascimento. Na verdade, toda a produção intelectual possui uma relação directa com a história intrapsíquica. Todas a ideias, pensamentos, análises, reacções fóbicas, prazeres, angústias existenciais, desejos, impulsos, enfim, todas as construções psicodinâmicas produzidas pelos processos de construção da mente durante a vida fetal são geradas a partir da leitura da história intrapsíquica.
Sem esse tempo de vida fetal em que se constrói a psique, sem essa história intrapsíquica anterior ao nascimento, não seriamos seres pensantes, não construiríamos ideias, nem tão pouco teríamos uma consciência existencial. Por isso se pode dizer que os fetos pensam muito, mas pensam matrizes de pensamentos essenciais, que são inconscientes.
Assim, todo o ser humano inicia o desenvolvimento da sua inteligência, a construção dos pensamentos e a consciência do EU durante a vida intra-uterina. Aqui convém destacar o que Augusto Cury chama de “mordomos da mente”: o fenómeno da autochecagem da memória, a âncora da memória e o complexo do autofluxo. São eles que “alimentam” a mente e promovem o seu desenvolvimento.

AUTOCHECAGEM DA MEMÓRIA (ACM)
O fenómeno da ACM é intrapsíquico, inconsciente e automático. É um processo de registo rápido dos estímulos sensoriais na memória. Ele produz uma ponte de ligação entre esses estímulos e a história intrapsíquica, arquivada na memória.
A ACM alimenta cadeias de pensamentos essenciais (inconscientes) que, lidas virtualmente, geram os pensamentos antidialécticos e dialécticos, estabelecendo, assim, a consciência existencial do estímulo.
Como se processa? Os estímulos do mundo exterior (extrapsíquicos), captados pelo nosso sistema sensorial, são assimilados pelo córtex cerebral, gerando sistemas de códigos físico-químicos que se transformam em campos de energia psíquica e formam os pensamentos essenciais. Tudo isto se passa no inconsciente trabalhando em conjunto com o fenómeno RAM (registo automático da memória), antes pois de ocorrer a assimilação ou a compreensão intelectual dos mesmos.
Assim, a ACM lê a memória, constrói pensamentos e transforma a energia psíquica (sem intervenção da nossa consciência).
O fenómeno da ACM de estímulos externos começa na vida intra-uterina. Mais tarde processará também os estímulos mentais (ideias, análises, emoções, etc.).
A ACM está em permanente actividade ao longo da vida, milhões de vezes por segundo, expandindo a história psíquica já que cada experiência, contacto ou estímulo (interno e externo) é registada pelo RAM.

COMPLEXO DO AUTOFLUXO
O campo de energia psíquica nunca se equilibra, mas vive continuamente em “desequilíbrio psicodinâmico” que permite a expansão de construção da mente. Este conceito de “desequilíbrio psicodinâmico” é extremamente importante e está ligado ao fluxo vital da energia psíquica. A esse desequilíbrio Cury chama de ANSIEDADE VITAL.

O que é a Ansiedade Vital
Diferente da ansiedade patológica, a Ansiedade Vital é fundamental no processo de leitura da história intrapsíquica e da construção da mente e seu funcionamento. É ela que anima o fluxo vital da energia psíquica.
É, para Cury, o “princípio dos princípios” do processo da transformação da própria energia psíquica e do processo de transformação da personalidade. Difere de pessoa para pessoa.
Nas crianças hiperactivas essa Ansiedade Vital é intensa, gerando um grande fluxo de transformações emocionais e motivacionais e hiperconstructividade de pensamentos, que se expressam por agitação e hiperactividade psicomotora. Nas crianças autistas, pelo contrário, a Ansiedade Vital está diminuída, que se traduz numa redução da transformação da energia emocional, numa redução da construção quantitativa dos pensamentos e numa redução da capacidade de interacção e interesse social.
Variáveis que actuam na Ansiedade Vital:
- microcampos de energia físico-química determinados pelo metabolismo neuroendócrino (determinado geneticamente);
- o pool de experiências vivenciadas no meio ambiente intra-uterino;
- a qualidade da história intrapsíquica;
- a estimulação sócio-educacional;
- a operacionalidade psicodinâmica do fenómeno de psicoadaptação, etc.

Conclui-se que a Ansiedade Vital é uma variável intrapsíquica influenciada por variáveis de origem genética, intrapsíquica e sócio-educacional. Ansiedade Vital participa no Complexo do Auto-fluxo e está também ligada a outras variáveis intrapsíquicas como o fenómeno da Âncora da Memória, a Consciência do EU, etc.

O Complexo do Autofluxo (CA)
O CA é activado pela Ansiedade Vital e representa um conjunto de fenómenos que actua nos bastidores da mente humana e que alimenta um fluxo espontâneo e inevitável da energia psíquica, gerando continuamente uma produção de pensamentos, ideias, motivações e emoções. Cada pensamento e emoção produzida no campo da energia psíquica desorganiza-se, sofre o caos psicodinâmico e volta a reorganizar-se continuamente noutros pensamentos e emoções. O CA contribui, assim, decisivamente para gerar o fluxo vital da energia psíquica.
O CA é responsável pela leitura da história intrapsíquica, pela reorganização do caos da energia psíquica, pela produção dos processos de construção da mente, pela produção inconsciente das ideias e, consequentemente, pela educação, orientação e organização da consciência do EU.
O CA é accionado através de estímulos extrapsíquicos, intraorgânicos e intrapsíquicos. A sua energia é-lhe fornecida pela Ansiedade Vital mesmo que faltem estímulos internos (como pensamentos), externos (como sons e imagens) e intraorgânicos (como as mensagens dos neurotransmissores).

A ÂNCORA DA MEMÓRIA (AM)
A Âncora da Memória é um fenómeno psíquico inconsciente que desloca e é deslocada psicodinamicamente pela Autochecagem da Memória, pelo Complexo do Autofluxo (CA) e pela Consciência do EU. Refere-se a uma “fixação psicodinâmica” da leitura multifocal da história intrapsíquica em determinados territórios da memória.
A Âncora da Memória dirige o território da leitura da memória para um grupo de informações básicas que ficam disponíveis para serem usadas. O seu deslocamento direcciona a qualidade das ideias e reacções emocionais que produzimos num determinado momento da existência. Na verdade, ela dirige mais do que imaginamos a qualidade das nossas ideias e emoções.
Um exemplo: o deslocamento da Âncora da Memória nos ataques de pânico é rápido e dramático, gerando no paciente uma construção de ideias de que vai morrer ou desmaiar, e uma ansiedade tão angustiante que os médicos têm dificuldade em controlar no momento. Felizmente, os ataques de pânico duram cerca de 10 minutos mas, infelizmente, fica, registados na história intrapsíquica de forma traumática, gerando, mais tarde, novos ataques.
Esta âncora é poderosa. A liberdade plena de pensamento nem sempre é conquistada pela Consciência do EU mas dirigida inconscientemente pelos deslocamentos da Âncora da Memória, que restringe o território de leitura da memória.

Psicologia Multifocal na rádio!

A PSICOLOGIA MULTIFOCAL assim como a obra de Augusto Cury esteve em reflexão na rádio no dia 6 de Fevereiro entre as 15h e as 16h30, a convite da TSF/rádio notícias.
O jornalista João Paulo Menezes entrevistou o neuropsicólogo doutor Nelson S. Lima, responsável do curso "Psicologia Multifocal".